Architecture for Voice, Video and Integrated Data

Cisco Unified Communications

CCNA VOICE – Conceitos Básicos 02 – Telefonia IP

Posted by Aderno em 12/02/2014

voipOlá galera do AVVID, estamos aqui de volta com a nossa série CCNA VOICE – Conceitos Básicos, que na verdade só irá virar serie agora, que temos 2 posts😀, e este veio antes do que eu planejava, ainda bem!

Se você não viu o nosso 1º post, segue o link: CCNA VOICE – Conceitos Básicos 01 – Introdução

No ultimo post falamos brevemente da arquitetura de Telefonia IP e Colaboração Cisco e demos uma breve introdução de como iremos trabalhar. Agora iremos entrar mais a fundo nos conceitos de Telefonia IP que são imprescindíveis para o entendimento das soluções Cisco como um todo. E é isto que eu mais acho magnifico nas certificações Cisco, pois elas não são apenas certificados que atestam que você conhece o produto deles, mas um estudo, podemos dizer profundo, da tecnologia que envolve os seus produtos.

 

TELEFONIA IP – CONCEITOS

Como vimos no primeiro post, a telefonia IP, também conhecida como VoIP (Voice over IP) veio para substituir a telefonia analógica, fazendo uso do protocolo TCP/IP, já utilizado pelos computadores, aproveitando inclusive o cabeamento e os links de comunicação que já existem nas corporações. Mas afinal, como “diacho” essa tal de telefonia IP funciona?

Para entender melhor, vamos visualizar como a telefonia analógica funciona, para então, transporta seu conceito para a telefonia IP. É muito interessante notar que, o conceito básico de telefonia é o mesmo desde que Alexander Graham Bell inventou o primeiro telefone (há controvérsias sobre o verdadeiro inventor) e ainda é utilizado hoje na telefonia IP, mas de uma forma diferente.

A forma mais simples de entender o funcionamento de um telefone é lembrar daquele telefone de lata que tenho certeza que a maioria aqui já fez em casa quando criança.  Agente usava duas latas de leite condensado, furava ambas no fundo e amarrava um barbante entre elas. Quando você falava em uma das latas, com o barbante esticado, a vibração da sua voz na lata era transmitida para o barbante, que por sua vez vibrava a lata do outro lado e assim reproduzia o som original.

telefone-diagragma

A ideia do telefone é muito semelhante. Existe um diafragma, que é conectado à um ímã envolto por  uma bobina de fios de cobre, quando falamos, nós geramos vibrações no ar,  estas vibrações  são captadas pelo diafragma, que movimenta o ímã, fazendo que que a bobina gere uma corrente elétrica. Este pulso elétrico gerado é transmitido por um par metálico até o telefone receptor, que faz o processo inverso e reproduz o som emitido inicialmente.

Como dito anteriormente, a telefonia IP utiliza o mesmo princípio. Só que aqui, o sinal elétrico gerado pelo diafragma é digitalizado, ou seja, é transformado em inúmeros pacotes IP, que são roteados pela rede até seu destino, onde o processo inverso ocorre. É aqui que surgem a maiores vantagens de possuir um ambiente com VoIP, pois os pacotes IP de uma chamada podem ser roteados pelo mundo inteiro até o seu destino remoto, que ouvirá a voz exatamente como ela foi emitida na origem. Isso sem custos adicionais com as operadoras de telefonia, visto que estamos apenas utilizando o rede IP e não a PSTN.

Claro que temos muitos passos por trás desse processo, o quais iremos explorar com um pouco mais de detalhes em seguida. Pode até parecer um pouco chato, mas eu acho  muito importante entender estes passos para se ter uma visão geral da tecnologia em si, que com certeza, te ajudará a resolver inúmeros problemas, num futuro próximo.

DIGITALIZAÇÃO DA VOZ

digitalizationComo acabamos de ver, na telefonia IP, de forma resumida, a voz é transformada em pacotes IP na sua origem  e transformada em voz novamente no seu destino. Este processo é chamado de Digitalização da Voz.

Em 1928,o Dr. Harry Nyquist criou um teoria para a conversão de um sinal analógico, representado por ondas, para um sinal digital, que é representado por 0´s e 1´s . As ondas analógicas passam pelos processos de Amostragem, Quantização e Codificação, onde as ondas são transformadas em um sinal digital, e depois passam pelo processo de  Decodificação, onde o sinal volta ser analógico. Vamos detalhar cada uma destas fases para entendermos todo o processo.

Na Amostragem (Sampling), a cada intervalo de tempo pré-definido, são colhidas amostras da onda analógica, que recebem seus valores baseados na amplitude da onda, que podem ser negativos ou positivos. Para se manter a qualidade da voz digitalizada mais próxima da voz humana original, o teorema de Nyquist determina que a cada segundo, sejam colhidas 8000 amostras do sinal analógico.

No processo de Quantização (quantizing), cada amostra recebe um valor numérico, que varia entre -127 e +127, de acordo com  a sua amplitude. Depois disso o valor dever ser Codificado (encoding) ou convertido num valor binário. Como cada byte (8 bits) só consegue representar um valor de 0 até 255, cada byte foi divido em duas partes. O primeiro bit determina se o valor será negativo ou positivo e os demais o valor numérico.

binário1-7

Na imagem ao lado, temos a representação do valor +52, que é o valor utilizado para uma unica amostra. Como já sabemos, o teorema de Nyquist determina que tenhamos 8000 amostras por segundo, e que cada amostra tem 8 bits cada, temos então 8000 x 8 = 64000 bits por segundo. Este é o valor exato que uma chamado de voz sem compressão consome de banda, 64Kbps.

Uma vez convertida para um valor binário, a voz é então armazenada em um pacote IP que será roteado pela rede de dados. Chegando no destino, o pacote passa pelo processo de Decodificação (deconding), que transforma o dado binário novamente noma onda analógica e então o som é reproduzido.

COMPRESSÃO DA VOZ

Agora que entendemos como a voz se torna um pacote IP para trafegar na rede, iremos discutir algo muito importante para manter a telefonia IP atrativa para as empresas e fazer ela co-existir em harmonia com as demais aplicações na rede, que é o controle da banda utilizada pelos pacotes de voz.

Não iremos falar de todas as técnicas utilizadas para o controle de banda em telefonia IP, mas iremos entender um pouco de como funciona a compressão dos pacotes de voz.

Como vimos anteriormente, quando falamos em um telefone IP, nossa conversa é convertida em inúmeros bytes que são transmitidos pela rede em pacotes IP, como o número de amostras coletadas no sinal analógico é muito grande (8000 por segundo), isto gera uma quantidade grande de informação que podem precisar trafegar pelos links de comunicação entre as filiais de uma empresa. Para que os pacotes IP utilizem a menor quantidade de banda possível de um link, são utilizadas técnicas de Codificação e Decodificação, conhecidos como CODECS, que permitem a compressão das informações a serem encaminhadas.

Vimos que a voz sem compressão consume 64kbps de banda, e que este valor provem das 8000 amostras por segundo feitas sobre a voz humana, mas sabemos que dentre estas amostras, muitas são similares ou idênticas. Por exemplo, quando você acorda de bom humor e faz uma ligação para algum conhecido seu, você diz bem demorado: “Olá, bom dia”. Você pode perceber que o som de algumas vogais nessa frase duram mais tempo do que outros sons, ficando desta forma: “Oláaa, boom diiia”. Sendo assim, o Codecs que comprimem a voz digitalizada, enviam a primeira vogal e depois apenas diz para o dispositivo de destino executar aquele som por um determinado tempo, sem que haja a necessidade de enviar o mesmo som várias vezes, economizando assim o uso da banda. Este é apenas um dos métodos de compressão existentes que na prática são muito mais complexos, mas esta é uma ideia geral.

Claro que quando se comprime as informações de uma conversa, perde-se um pouco da qualidade do áudio. A compressão é feita para que a perda não seja tão significativa e não represente um obstáculo na comunicação entre as partes, sendo assim, foi criado um sistema para se medir a qualidade de uma conversa utilizando VoIP, que é chamado MOS (Mean Opinion Score) onde foi definida uma escala de pontuação baseada na percepção de algumas pessoas sobre a qualidade da voz. Uma pessoa ouvia uma frase qualquer e definia uma nota de 1 a 5 para a clareza da voz ouvida. Os diversos codecs foram classificados segundo esta escala, como segue abaixo:

codecs

DIGITAL SIGNAL PROCESSOR – DSP 

Os roteadores Cisco foram concebidos basicamente para rotear pacotes, tarefa que não exige tanto poder de processamento. Por exemplo, os roteadores da série 3600 tem processadores com velocidade desde 80MHz até 255MHz, e trabalham com memória RAM que podem variar de 4 a 256MB. Aí você pode dizer, como assim??? Meu computador em casa tem pelo menos 5 vezes mais recursos que isto!!! Exatamente, mas com estes recursos teoricamente limitados, estes roteadores podem  fazer o roteamento de uma rede de tamanho médio sem problema algum. Mas quando falamos de processamento de pacotes de voz, que envolve digitalização e compressão de uma quantidade enorme de informações, este trabalho facilmente iria sobrecarregar um roteador Cisco comum. É aí que entra os DSPs.

DSP é um chip que faz as funções de Amostragem, Codificação, Decodificação, compressão e demais tarefas no áudio que chega em um roteador, deixando o processador e a memória RAM do roteador livre para as demais tarefas. Podemos comparar as DSPs como uma placa de vídeo off-board de um PC, que é utilizado para processamento exclusivo de informações de vídeo. Sendo assim, quando um roteador possui uma interface analógica ou digital conectada à PSTN, por exemplo, a voz que entra e sai pelo roteador precisa ser convertida para o formato digital e vice-versa, e sem as DSPs, estas tarefas não seriam possíveis.

As DSP´s são chips  que são instaladas dentro dos roteadores que as suportam, tanto diretamente na placa mãe ou então em módulos de DSP específicos. A Cisco agrupa DSPs em pequenas placas, chamadas de PVDM (Packet Voice DSP Modules), que são semelhantes a memórias SIMM antigas.

De acordo com a quantidade de canais de voz (linhas) que você terá com a PSTN e demais funções de processamento de voz que podemos atribuir à um roteador, você precisará de uma determinada quantidade de DSP´s no seu roteador. A Cisco disponibiliza em seu site o DSP Calculator, que nos ajudam a calcular a quantidade de PVDM´s que serão necessárias para cada cenário.

As PVDM´s podem ser adquiridas nas seguintes versões, atualmente:

  • PVDM2-8: Contém 0,5 DSP´s
  • PVDM2-16: Contém 1 DSP´s
  • PVDM2-32: Contém 2 DSP´s
  • PVDM2-48: Contém 3 DSP´s
  • PVDM2-64: Contém 4 DSP´s

Abaixo temos a imagem de  algumas PVDMs e também de um módulo conhecido como NM-HDV, que também acompanha uma placa E1 de conexão com a PSTN:

PVDM´s

Módulo NM-HDV com PVDM`s conectadas

Como vimos anteriormente, cada Codec chega a um certo nível de compressão da voz ou nenhum, o que lhes dá níveis de complexidade distintos, em relação ao poder de processamento que cada um exige. Normalmente é dito que uma DSP é capaz de processar o dobro de chamadas usando um codec de complexidade média, comparado com um codec de complexidade alta. Abaixo uma tabela demostrando a complexidade de cada codec:

codec complexity

Protocolos de Transporte de Voz – RTP e RTCP

Quando entramos no mundo VoIP, surgem inúmeros protocolos para dar base ao funcionamento desta tecnologia, dois destes, que tem grande importância no comportamento dos pacotes de voz dentro da rede são: RTP (Real-Time Transport Protocol) e RTCP (Real-time Transport Control Protocol).

O RTP trabalha na camada de transporte do modelo OSI, acima do UDP. Ele acrescenta alguns controles a mais do tráfego de voz, além do já realizado pelo UDP. Ele também é usado para o controle do tráfego de chamadas de vídeo.  O UDP faz o controle dos números de portas (controle de sessão) e faz o checksum do cabeçalho. o RTP adiciona números de sequencia aos pacotes e time stamps (data e hora). Estes novos controles permitem que o dispositivo remoto coloque os pacotes na ordem certa e crie um buffer para remover atrasos no recebimento dos pacotes, permitindo que o áudio seja reproduzido de forma audível no destino. Abaixo uma imagem do pacote IP contendo a voz digitalizada (Audio payload) e as informações do RTP:

RTP Hearder

Quando dois telefones estabelecem uma chamada de voz, o protocolo RTP entra em ação e define um número par para a porta UDP do range 16384 até 32767 para cada stream RTP. Lembrando que cada sentindo da chamada exige um stream RTP distinto. O protocolo RTCP também cria uma sessão entre os dois pontos atribuindo um número impar para a porta UDP.  Este protocolo faz o controle estatístico da chamada, ou seja, controla o tráfego entre os dois pontos da chamada, provendo informações como:

  • Contagem de pacotes
  • Atraso dos pacotes
  • Perda de pacotes
  • Jitter (diferença no atraso dos pacotes)

Os pacotes RTP são sem duvida o tráfego mais crítico de uma rede, pois se houver atrasos excessivos na sua entrega ou se estes pacotes se perderem, o destino que irá recebe-lo pode não ser capaz de refazer o áudio inicial, impossibilitando que uma conversa seja estabelecida com qualidade. Existem algumas técnicas que são utilizadas para garantir a qualidade das ligações de voz, dando prioridade aos pacotes RTP, que são conhecidas com QoS (Quality of Service).

Nosso segundo post termina aqui, este foi bastante extenso e bem carregado de conceitos e teorias, mas como dito inicialmente, são informações essenciais para o bom entendimento da tecnologia VoIP, como ela funciona e como os elementos se relacionam para então, vermos estes conceitos sendo aplicados nas soluções Cisco.

Mais uma vez, as informações aqui não dão todos os detalhes sobre cada conceito, apenas uma explanação breve e direta, para facilitar seu entendimento. Indicamos que você busque os materiais oficiais da Cisco para as certificações CCNA Voice e CCNP Voice ou inúmeros outros documentos que existem espalhados pela Internet.

Obrigado por acompanharem o nosso blog e continuem acompanhando esta séria, novos posts estão por vir.

Bons estudos!!!

Conhecimento é igual a Oportunidades!!

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CCNA VOICE – Conceitos Básicos 01 – Introdução

Posted by Aderno em 04/02/2014

Starting

Olá amigos do AVVID.

Faz muito tempo que não posto nada aqui no blog, é porque tive alguns problemas de percurso, conhecidos também como falta de vergonha na cara:) , mas agora estou de volta pra colocar em prática uma ideia que venho guardando na gaveta há um bom tempo.

Sempre foi muito difícil encontrar materiais para estudo sobre Telefonia IP Cisco em português, e este foi um dos motivos para os fundadores do blog criarem esta página. Com esta mesma ideia, começamos neste post uma série onde iremos tentar abordar os conceitos básicos, a estrutura básica da arquitetura de Comunicações Unificadas da Cisco e dar um voo panorâmico sobre as tecnologias e soluções envolvidas.

Para alguns que frequentam o blog, que vem aqui em busca de informações avançadas e complexas, esta série de posts será pra você …. pra você indicar para aquele estagiário da sua área que está começando, e que infelizmente, pela correria do dia-a-dia, você não tem tempo suficiente para parar e explicar os conceitos e a arquitetura com calma e detalhes. Agora se você é este estagiário ou um iniciante nas soluções de telefonia Cisco, estes posts obviamente serão para vocês.

Nosso objetivo aqui não será abordar em detalhes todos os conceitos envolvidos, mas tentar trazer uma forma um pouco mais simples e didática para você que está iniciando sua carreira em Telefonia IP Cisco poder se preparar, aprender um pouco e identificar se realmente esta área é para você. Esperamos que este seja mais um auxilio à todo o conteúdo que já existe aqui no blog e venham acrescentar na sua formação.

Então, indicamos fortemente que você busque os materiais oficiais da Cisco para se aprofundar nos temas que serão discutidos aqui. Os livros oficiais da Cisco Press não são os únicos materiais existentes, mas a sua organização e detalhamento são muito bons e sua metodologia é  voltada também para as provas de certificações, então além de aprender e aprimorar seu conhecimento, você ainda pode se preparar para as provas. Abaixo segue o link de alguns materiais que você pode utilizar:

CCNA Voice

CCNP Voice

Esta área assim como qualquer outra área de TI exige muito esforço, dedicação e estudo, se você quer ser realmente um bom profissional e ter bons retornos na sua carreira, então, dê a largada em busca dos seus objetivos e só pare quando alcançar a Chegada!!!

Então sem mais delongas, vamos ao que interessa.

INTRODUÇÃO

Uma coisa muito importante a se dizer no primeiro momento é: Trabalhar com as soluções de telefonia IP da Cisco não é apenas trabalhar com telefones!!!

Como assim????  ……  Calma calma, vamos entender.

A Cisco, com o passar dos anos, foi criando uma solução completa e também complexa para unir as ferramentas que auxiliam nas comunicações que ocorrem dentro das corporações, entre os colaboradores, clientes e fornecedores . A idéia é trazer a maior parte destas tecnologias para debaixo da mesma arquitetura e administração. Isto significa que, a maioria das ferramentas de comunicação que já são utilizadas há muito tempo, mas de forma isolada, passaram a ser unificadas. Daí vem o termo:  “Comunicações Unificadas” (Unified Communication ou UC).

Sabemos que muitas corporações fazem ou faziam a sua comunicação interna e externa utilizando: emails (este não entra na brincadeira), telefones, fax, secretária eletrônica, ferramentas de chat, as mais recentes video conferências entre outros. A idéia da Cisco então, mais uma vez, é unificar todas estas ferramentas, fazendo com que o uso delas seja mais simples e fácil possível para o usuário final, criando uma estrutura que permita ao colaborador de uma empresa fazer seu trabalho da melhor forma, encontrando tudo o que ele precisa para se comunicar, em um só lugar. Esta abordagem também trás benefícios para nós administrarmos e gerenciarmos a infraestrutura de comunicação e colaboração, tornado nosso trabalho “um pouco” mais simples.

Sendo assim, seguindo por este caminho, você se tornará um profissional que poderá conhecer as várias soluções de UC oferecidas hoje pela Cisco, o que envolve o Comunications Manager ou CallManager (PABX IP), Cisco Unity (Servidor de voice mail), Cisco Presence (chat e status dos colaboradores), Telepresence (video conferência), Contact Center (URA e centrais de atendimento) e etc.

São muitas tecnologias e soluções e nem todas iremos abordar aqui, apesar de já termos inúmeros outros posts falando delas aqui no blog. Outra coisa importante, não espera-se que uma única pessoa seja um especialista em todas estas tecnologias (apesar de conhecermos pessoas que o são). Mas conhecer o básico sobre estas tecnologias e como elas se relacionam entre si é de suma importancia para você ser um bom profissional de Comunicações Unificadas e também ter um bom retorno do seu conhecimento ($$$).

Outra coisa importante, é ter um conhecimento em redes básico para intermediário, no nível do CCNA Routing e Switching. Cada vez mais a Cisco está  separando o foco das certificações entre as áreas de atuação, e hoje não é mais necessário ter o CCNA completo para partir para a carreira de Comunicações Unificadas, mas eu particularmente acredito que o conhecimento em roteamento e switching é imprescindível para que você seja um profissional mais completo.

TELEFONIA ONTEM – TELEFONIA HOJE

Muito bem, eu tinha dito sem mais delongas né, então vamos enfim a parte técnica.

Há alguns anos atrás, as companhias possuíam centrais telefônicas analógicas em suas filiais, conhecidas como PBX (sigla em inglês de Private Branch Exchange ou ainda PABX para Private Automatic Branch Exchange). Estes eram sistemas que utilizavam hardware específico, e eram isolados entre si, cuja administração não era centralizada inicialmente. As centrais de cada filial se comunicavam através da PSTN, que é a rede pública de telefonia comutada (do inglês Public Switched Telephone Network). Está é a rede que você utiliza para ligar do telefone da sua casa para o telefone do seu namorado(a) ou amigo(a).

Cada funcionário possuía um telefone analógico, conectado a um cabo de par trançado, exatamente igual ao que a sua operadora de telefone entrega na sua casa, que era ligado ao PABX. Este tinha a inteligência de rotear as chamadas internas entre os telefones conectados a ele ou então para a PSTN, no caso de uma ligação externa.

PABX

Além de rotear as chamadas, o PABX era responsável por funções como: transferência de chamadas, chamada em espera, conferências com três ou mais telefones, re-chamada, e etc.

Este sistemas de telefonia foram evoluindo, se tornando digitais, sua administração foi sendo melhorada e novas tecnologias foram surgindo para aprimorar seu funcionamento. Foi então que surgiu a ideia do PABX IP, que nada mais é do que um servidor, que se comunica com os telefones via protocolo TCP/IP, executando o mesmo papel de um PABX. Estes servidores utilizam hardware comum a servidores, exatamente igual ao servidor de e-mail, de arquivos ou web da sua companhia. O PABX passa a ser não apenas digital, mas utilizar a já existente rede de dados para o seu funcionamento.

Uma das primeiras vantagens do PABX IP é que eles utilizam a mesma infraestrutura de cabos que são usadas pelos computadores (Ethernet), de forma compartilhada. Ou seja, seu telefone e seu computador passam a utilizar o mesmo cabo. Isso trás vantagens na administração e manutenção do cabeamento, além de, obviamente, economia nos custos com infraestrutura.

Uma das vantagens, e eu diria ser a principal, é que os telefones utilizam o protocolo TCP/IP para se comunicar com o PABX e com os demais telefones, protocolo este que já era e ainda é utilizado amplamente na comunicação de dados. Então o principal argumento para convencer um empresa a trocar seu sistema de PABX analógico por um baseado em IP é que a empresa não precisaria arcar com os custos de uma infraestrutura totalmente nova, pois seriam utilizados, como já dito, o mesmo cabeamento e praticamente os mesmos circuitos de comunicação entre as filiais para se implementar o PABX IP.

Além disso, a administração passa a ser centralizada, permitindo que mudanças ou novas instalações sejam realizadas de uma forma muito mais simples e rápida, além de trazer economia com a contratação de profissionais, visto que não é necessário mais um profissional de telefonia alocado em cada filial.

Outra vantagem é a redução de custos com as ligações, pois agora, as filiais passam a ser comunicar via telefone sem custos adicionais, utilizando a estrutura IP já existente. Além disso, os custos com as ligações interurbanas e até mesmo internacionais passam a ser reduzidas de forma considerável, visto que uma ligação trafega pela estrutura IP até a localidade de destino e lá, é roteada para a PSTN, sendo tarifada como uma ligação local. Esta prática é conhecida como TEHO (Tail-End Hop Off).

PABX IP

A Cisco chama o seu PABX IP de Cisco Unified Communication Manager, ou apenas CUCM. Entre os administradores mais antigos, ele ainda é chamado de CallManager, que era seu antigo nome.

O CUCM é o elemento principal da arquitetura de Comunicações Unificadas,  à ele são acrescentados os demais serviços da arquitetura, como Voice-Mail, Chat, Presença, Contact Center, video conferência entre outros.

Para não estender demais o post, vamos parando por aqui. O objetivo aqui é introduzir o tema e a ideia de como iremos trabalhar.

Nos próximos posts, iremos entrar um pouco mais a fundo na arquitetura e conceitos de telefonia IP de forma genérica, conhecer como a Cisco implementa estes conceitos no Cisco Unified Communications Manager, como ele funciona, como ele se comunica com os telefones e as formas de implementação da sua solução.

Se você gostou do pouco que viu aqui, se gosta de desafios e busca uma área que continua crescendo, agregando novas tecnologias e é muito reconhecida financeiramente no mercado de tecnologia, então telefonia IP e Comunicações Unificadas da Cisco é pra você

Obrigado, boa sorte e bons estudos.

Conhecimento é igual a oportunidades!!!

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FAC no UCME 8.5 em diante

Posted by loliveira em 31/01/2014

Documento explicando como configurar o FAC (Forced Authorization Code) no Unified Communications Manager Express 8.5 em diante.

http://www.cisco.com/en/US/docs/voice_ip_comm/cucme/admin/configuration/guide/cmefac.pdf

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Gravação Automática pelo próprio UCCX

Posted by gvillarinho em 28/01/2014

Segue uma colaboração da Karina Bispo, uma amiga e analista no mundo de Unified Communications, o artigo é sobre uma maneira de se gravar automático no UCCX, utilizando o próprio Server. Tal artigo foi testado com o UCCX versão 9, testado em IP Communicator e telefones modelo 7911 e 6921.

No ambiente em que a Karina realizou a configuração, todos os agentes já estavam configurados no callmanager (CUCM) e configurados no UCCX nas respectivas filas de atendimento. A gravação é para ser automática, ou seja, o supervisor não precisará acessar o software de Supervisor e iniciar a gravação manualmente do agente.

Vale lembrar que o servidor reserva apenas 2.6 GB (valor que no pode ser alterado) para gravação.

O calculo é feito da seguinte forma:
– Utilizando G711 gera 800 KB para cada um minuto de ligação;
– Utilizando G729 gera 200 KB para cada um minuto de ligação.

Segue documentação da Cisco informando as limitações da caixa.

Link: http://www.cisco.com/en/US/docs/voice_ip_comm/cust_contact/contact_center/crs/express_9_0/installation/guide/cad90ccxig.pdf  (pagina 25).

OBS: Não há nenhuma documentação oficial, no entanto, de acordo com o support communiry (forum) a Cisco não fornece suporte via TAC se o cliente implementar essa solução, a sugestão é que o cliente compre appliances específicos para tal finalidade.

Primeira Etapa – Configurando o Work Flow e Actions

Acesse o Cisco Desktop Work Flow Administrator, tal software pode ser encontrado na pagina web do uccx, tools > Plugin:

Crie um novo Work Flow Groups

Clique em Work Flow Groups vá em File e clique em New.

No meu exemplo, o nome criado foi WF_Teste.

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1. Navegue em Work Flow Groups > CAD Agent> Voice Contact Work Flows:

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2. Clique em Add para adicionar um novo Voice Contact Work Flow List, o nome criado foi AutoCallRecord:

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3. Selecione All Calls e o Any Condition is True em Execute Action When:

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4. Clique no botão Edit e configure os parâmetros:

Data Field: Numero do Chamador

Enable Condition habilitado

Data Field Filter: Is Not Empty

Clique em OK

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5. Em Events, selecione Answered, no campo Rules (of current Event), clique em New:

Associe um nome qualquer, no meu exemplo AutoCall Record, clique em OK.

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6. No ultimo campo Actions (of current Rule), será aberto a primeira tela Select Action. Navegue na aba Utility Action, botão New.

Abrirá uma tela Utility Action Setup.

Action Name, nomeie com um nome qualquer, no exemplo RecordStart, Action Type opção Record e Action opção Start.

Clique em OK e após o botão Add Action.

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Segunda etapa – Associando o Work Flow e o Server de gravação

Associe o Work Flow criado no Agente que será gravado.

1. Via Web Browser acesse a pagina do UCCX e selecione o Cisco Desktop Administrador .

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2. Associe o Work Flow no agente: Personnel > Agents

Pesquise o agente ao qual você deseja fazer a gravação automática.

Ao encontrar o agente desejado, selecione o Work Flow Group que foi configurado anteriormente, no exemplo WF_Teste

Clique Save

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3. Associe a opção de monitoração no agente

Service Configuration > Multiline, Monitoring & Recording > Voip Monitoring Device.

Procure por Extension , no campo Monitor Service selecione o IP do UCCX e no campo Desktop Monitoring coloque para Enable.

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Terceira etapa – Testando

1. No computador deverá ser instalado o CAD (software onde os agentes fazem o login para receber ligação).

2. O download desse arquivo é realizado via Web Browser do UCCX pelo Administrador.

Clique em Tools > Plug-ins.

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3. Junto com o pacote do CAD, será instalado um executável que permite fazer a gravação via Placa de Rede do Computador (neste teste, consegui fazer via placa de rede física, não foi possível efetuar teste através de Wireless).

4. Vá até o caminho C:\Program Files\Cisco\Desktop\bin\PostInstall.exe

Clique em OK na primeira tela que mostra o servidor do UCCX.

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Clique em VoIP Monitoring Service e selecione o endereço IP da NIC que estará conectado o IP phone.

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5. Em algumas placas de rede é necessário configurar a placa para gerenciar frame tag. (No meu caso não foi necessário e por default as máquinas atuais já vem com esse ítem habilitado).

Para efetuar esse procedimento (caso necessite) vá em Gerenciador de Dispositivos, Adaptadores de Rede, selecionar a placa de rede, Avançado, Prioridade e Vlan e clique no campo Valor: Prioridade e VLAN Habilitadas.

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No link abaixo segue algumas informação sobre as placas, caso este procedimento não funcione de configuração da placa de rede.

https://supportforums.cisco.com/thread/2000692 – baixar os arquivos em pdf que está no comentário dos analistas.

Quarto Etapa – Visualização das gravações no Supervisor.

Abra o software do Supervisor: Cisco Supervisor Desktop

Vá em Ferramentas> Arquivos Gravados

clip_image031

Por default os arquivos são gravados nessa tela de registros, portanto, não há como fazer backup dos arquivos em outro caminho.

Para fazer o backup de todas as gravações é necessário clicar no botão Reproduzir e Salvar a gravação.

Ressaltando que deverá ser reproduzida toda a gravação para que o backup seja realizado com sucesso, caso pare a reprodução antes do final, será gravado o áudio até a parte em que foi pausado/parado. Os áudios são salvados em .wav

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Cisco VPN Phone

Posted by loliveira em 28/01/2014

Olá a todos,

Para que nunca ouviu falar, o Cisco VPN Phone é uma feature disponível para alguns IP Phones da Cisco que permite estabelecer a VPN pelo próprio aparelho, bem útil para escritórios remotos, teleworkers etc.

Figure 1

Mas para que essa feature funcione é necessário toda uma configuração da infraestrutura de segurança do ambiente (Firewall, certificados de segurança etc).

Encontrei este ótimo documento da divisão SBA (Smart Business Architecture) da Cisco, com explicações sobre o funcionamento e o procedimento de configuração.

VPN Phone Deployment Guide

VPN Phone Deployment Guide 2013

E para os aventureiros que desejam aprender mais sobre, vejam o Cisco IP Phone Certificates and Secure Communications

See ya.

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Decodificador Online para QSIG Facility IE

Posted by loliveira em 23/01/2014

Vai ai uma dica do Peterson Cristovam para tradução do QSIG Facility IE que é exibido com o debug isdn q931.

http://decoder.telemak.org/

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[Artigos] O que você quer para sua carreira profissional neste ano?

Posted by loliveira em 14/01/2014

O que você quer para sua carreira profissional neste ano?

Vejam este artigo que achei muito interessante compartilhar com vocês, e com certeza encontrará uma resposta para a pergunta acima.

 

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Tópicos CCIE Collaboration – LAB Exame

Posted by ligiavillarinho em 13/01/2014

CCIE Collaboration Lab Exam version 1.0

Exam Description: Cisco CCIE® Collaboration Lab Exam version 1.0 is an 8-hour, hands-on test that will validate that candidates have the skills to plan, design, implement, operate, and troubleshoot enterprise collaboration and communication networks.

The following topics are general guidelines for the content likely to be included on the exam. However, other related topics may also appear on any specific delivery of the exam. In order to better reflect the contents of the exam and for clarity purposes, the guidelines below may change at any time without notice.

5% 1.0 Configure and Troubleshoot Cisco Collaboration Infrastructure

1.1 Network services

1.1.a DNS

1.1.b DHCP

1.1.c TFTP

1.1.d NTP

1.1.e CDP/LLDP

1.2 Voice and data VLAN

1.3 IP routing in Cisco Collaboration Solutions

1.4 IP multicast

40% 2.0 Configure and Troubleshoot Cisco Unified Communications Manager (CUCM)

2.1 CUCM SCCP endpoints

2.2 CUCM MGCP gateways

2.3 CUCM SIP endpoints and trunks

2.4 CUCM H.323 gateways and trunks

2.5 Voice and video codecs

2.6 RTP and RTCP

2.7 Device registration and redundancy

2.8 Codec selection

2.9 CUCM call features 2013 Cisco Systems, Inc. This document is Cisco Public. Page 2

2.9.a Call park

2.9.b Call pickup

2.9.c BLF speed dials

2.9.d Native call queuing

2.9.e Call hunting

2.9.f Meet-Me

2.10 CUCM dial plan

2.10.a Globalized call routing

2.10.b Local route group

2.10.c Time-of-day routing

2.10.d Application dial rules

2.10.e Digit manipulations and presentations

2.11 CUCM media resources

2.11.a TRP

2.11.b MOH

2.11.c CFB

2.11.d Transcoder/MTP

2.11.e Annunciator

2.11.f MRG/MRGL

2.12 CUCM mobility

2.12.a EM/EMCC

2.12.b Device Mobility

2.12.c Mobile Connect

2.13 CUCM serviceability and OS administration

2.13.a Service activation

2.13.b Database replication

2.13.c CDR

2.13.d CMR

2.14 ILS/URI dialing

2.14.a Directory URI

2.14.b ISL topology

2.14.c Blended addressing

2.15 Call Admission Control

2.15.a CAC/ELCAC

2.15.b RSVP

2.15.c SIP preconditions

2.16 SAF and CCD

25% 3.0 Configure and Troubleshoot Cisco IOS UC Applications and Features

3.1 CUCME phone registration and features

3.1.a SCCP phones 2013 Cisco Systems, Inc. This document is Cisco Public. Page 3

3.1.b SIP phones

3.2 SRST phone registration and features

3.2.a CME-as-SRST

3.2.b MGCP fallback

3.3 CUE

3.3.a AA

3.3.b Scripting

3.3.c Voiceview

3.3.d Web inbox

3.3.e MWI

3.3.f VPIM

3.4 Cisco IOS-based call queuing

3.5 Cisco IOS media resources

3.5.a Conferencing

3.5.b Transcoding

3.5.c DSP management

3.5.d MOH

3.6 CUBE

3.6.a Midcall signaling

3.6.b SIP profiles

3.6.c Early/delayed offer

3.6.d DTMF interworking

3.7 Digital voice signaling (T1/E1 PRI)

3.7.a Q.921 and Q.931

3.7.b Caller ID

3.8 Cisco IOS dial plan

3.9 SAF and CCD

3.10 IOS CAC

7% 4.0 Configure and Troubleshoot QoS and Security in Cisco Collaboration Solutions

4.1 QoS: link efficiency

4.1.a LFI

4.1.b MLPPP

4.1.c FRF.12

4.1.d cRTP

4.1.e VAD

4.2 QoS: classification and marking

4.2.a Voice traffic 2013 Cisco Systems, Inc. This document is Cisco Public. Page 4

4.2.b Video traffic

4.3 QoS: congestion management

4.3.a Layer 2 priorities

4.3.b Low latency queue

4.3.c Traffic policing and shaping

4.4 Security: default security features

4.5 Security: toll fraud

10% 5.0 Configure and Troubleshoot Cisco Unity Connection

5.1 CUCM integration

5.2 CUCME integration

5.3 Single inbox

5.4 MWI

5.5 Call handlers

5.6 CUC dial plan

5.7 Directory handlers

5.8 CUC features

5.9 Voicemail networking

5% 6.0 Configure and Troubleshoot Cisco Unified Contact Center Express (UCCX)

6.1 UCCX CTI integration

6.2 UCCX ICD functions

6.3 UCCX scripts customization

8% 7.0 Configure and Troubleshoot Cisco Unified IM Presence

7.1 CUCM integration

7.2 Cisco Jabber for Windows

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Video sobre certificações Cisco – UP na sua carreira

Posted by ligiavillarinho em 10/01/2014

image

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Unity Connection 9.x e o ELM

Posted by loliveira em 10/01/2014

Para quem desconhece, o ELM (Enterprise License Manager) foi criado para facilitar o gerenciamento e controle das licenças do cluster UC.

Para termos uma idéia do beneficio do ELM, até a versão 8.x o licenciamento do CUC funcionava por features adquiridas, veja:

  • LicSubscribersMax—Users with voice mailboxes
  • LicIMAPSubscribersMax—Users with Internet Message Access protocol (IMAP) or Single Inbox access to voice messages
  • LicVMISubscribersMax—Cisco Unity Inbox users
  • LicAdvancedUserMax—Text-to-speech (TTS) and Automatic Speech Recognition (ASR) (advanced users)
  • LicVoicePortsMax—Voice ports
  • LicRealspeakSessionsMax—TTS sessions
  • LicUnityVoiceRecSessionsMax—Voice recognition sessions
  • LicSTTSubscribersMax—Cisco SpeechView users
  • LicMaxMsgRecLenIsLicensed—Voice message recordings longer than 30 seconds allowed
  • LicRegionIsUnrestricted—US English usage and personal call routing rules allowed
  • LicVPIMIsLicensed—Voice Profile for Internet Mail (VPIM) Networking delivery locations allowed
  • LicUCxnUpgrades—License files from previous releases allowed
  • LicVMNIsLicensed—ViewMail for Notes feature allowed

Com o CUC 9.x utilizando o ELM, agora é assim: 

  • CUC_Messaging—Total number of voice mail users
  • CUC_SpeechView—Total number of SpeechView standard users
  • CUC_SpeechViewPro—Total number of SpeechView professional users
  • CUC_SpeechConnectPort—Total number of TTS and ASR sessions


Abaixo segue um v
ideo learning sobre como utilizar o ELM  com o Unity Connection 9.x
http://ciscounitytools.com/TOI/90/Licensing/index.html?referring_site=bodynav

E documento com mais detalhes e explicações sobre o ELM com o CUC:
http://www.cisco.com/en/US/products/ps6509/products_tech_note09186a0080bf5921.shtml#topic6

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[Divulgação] Broadband Network Gateway (BNG) – WEBCAST

Posted by loliveira em 10/01/2014

webcast

Tema: Broadband Network Gateway (BNG) – Conceito e Configuração
Com o Especialista da Cisco: Bruno Novais
Este evento estará disponível: dia 14 de Janeiro às 11:00 a.m. horário de Brasília

Durante este evento ao vivo, Bruno falará sobre a solução Broadband Network Gateway do ASR9k. Conhecida também como Broadband Remote Access Server (BRAS) ou (Network Access Server )NAS, esta é uma solução para agregadores de serviços de banda larga. Serão abordados os seguintes tópicos: Conceitos, Fluxo de Subscribers PPPoE, Fluxo de Subscribers IPoE, DHCP Proxy com BNG, Configuração para Subscribers PPPoE, Configuração para Subscribers IPoE, Troubleshooting.

Bruno Novais tem sete anos de experiência na área de TI. Já foi administrador de servidores Solaris/Linux na Sun Microsystems, Engenheiro de suporte na AT&T e atualmente trabalha como High Touch Engineer na Cisco. Possui certificações Solaris, Linux LPI e CCIE R&S. Bruno é especialista em Provedores de Serviço, trabalhando atualmente como consultor da Vivo. É Graduado em Redes de Computadores pela Universidade Paulista.

hcs2

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CUC x Virtualização

Posted by loliveira em 09/01/2014

Excelente documento com a matriz de compatibilidade do Unity Connection em ambientes virtualizados.

http://docwiki.cisco.com/wiki/Virtualization_for_Cisco_Unity_Connection

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IP Phones Hardware Version 15 e superior

Posted by loliveira em 06/01/2014

Para telefones Cisco que possuem hardware version 15 ou superior, é necessário realizar o upgrade de firmware dos aparelhos ( e recomendo em atualizar a firmware no cluster UC) para a versão 9.3(1).

Isso por que as melhorias de hardware exigem um software mais atualizado.

IP Phones com este Hardware Version precisam ter esta versão de firmware, sem possibilidade de downgrade !

Caso tente fazer o downgrade ou inserir um aparelho destes em um ambiente que possui firmware mais antiga, vai receber a seguinte mensagem: Load rejected HC

NOTA: Eu observei este comportamento em aparelhos 79xx.

Mais informações:
Release notes da FW Versão 9.3(1)
Administration Guide do 7945, 65, 75 

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Parabéns Luciano Tamarozzi ! CCIE Voice #41857

Posted by loliveira em 06/01/2014

Fala POVO !

É com orgulho que gostaria de anunciar que o mais novo CCIE Voice é brasileiro !!!

Embora nos conhecemos recentemente, é admirável (e muitas vezes, inspirador) o esforço, dedicação e comprometimento deste profissional em obter o titulo. Merecido !!

CCIE_Voice

Parabéns Luciano Tamarozzi, e em nome de todos os integrantes do blog, desejamos a você uma boa sorte nesta nova etapa da sua carreira !

PS: Bem vindo ao avvid.net

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Reset de Senha – CTS

Posted by loliveira em 23/12/2013

Procedimento bacana para reset de senha da CTS.

http://www.cisco.com/en/US/docs/telepresence/cts_admin/1_9/admin/guide/ctsadmin_cfg.pdf

Quando executado o procedimento, é exibido um código na tela da CTS. Após inserir este código no prompt, a senha é reiniciada para o valor padrão:
User: admin
Pass: cisco

 

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